Somos várias, mas normalmente nos resumimos a três. Três mulheres, três visões, três previsões, três soluções. Três que escolheram a mesma vida sofrida de advogada e vieram desaguar aqui. Viventes em Curitiba, sobreviventes ao Mundo, crentes dos dias melhores e carentes de toda a sorte de coisas boas. Porque já era hora do mundo conhecer as "Ah, é? girls".
Para novo endereço, bem entendido. Que atingimos a capacidade máxima de arquivo do nosso querido blog blogger e tivemos que abraçar o blogspot como nova morada.
Logo, partamos todos para lá! Facilitando ao máximo o deslocamento, ele continua vemninois, só que agora: www.vemninois.blogspot.com
A toda a comunidade bloguística e mais os nossos preciosos leitores, promovam a mudança em seus links, per favore, e não nos percam de vista hein? O blogspot já foi inclusive inaugurado com descrições de nossas próprias pessoas, vejam só. Acho pertinente uma apresentação depois de quatro anos. Não? Nunca é tarde para conhecer o verdadeiro eu de alguém, afinal. Ou, ao menos, o verdadeiro eu por nossa própria versão. Diria que podem confiar.
Então tá. Contamos que agora acomodadas no novo endereço, tudo volte definitivamente à sua programação normal.
Na rotina do transporte coletivo (sempre ele) descobrir um casalzinho muito jovem e bonito que todas as vezes fica abraçado por longos minutos, sem dizer palavra, até ela descer no ponto dela.
O velho que fala mais que o homem da cobra e que encontra no ponto de ônibus a menina da 4ª série com o uniforme da escola e, mais que rápido, emenda qualquer assunto a ela relacionado, começando pelas suas impressões de como os meninos de hoje não estudam e se aproveitam das meninas, de que elas são tão dedicadas enquanto eles só colam, ao que a menina responde com toda a seriedade e convicção: "é, mas o mundo é muito injusto".
A sensação inédita de descrever o dia para o cego que encontrei por duas vezes, no mesmo local, atravessando a rua.
Anos e anos depois encontrar uma caixa repleta de cartas e bilhetinhos que vc trocava com as amigas de escola.
Ler coisas que vc escrevia aos 15 anos.
Ler coisas que vc escrevia aos 20 anos.
Descobrir que vc também guardou os bilhetinhos que trocava durante as aulas da faculdade.
Um livro que te faz recordar as lembranças amorosas mais profundas que a memória seletiva havia se encarregado de apagar.
Estar estendida ao sol na areia da praia, imóvel e de olhos fechados, e ouvir duas menininhas assustadas comentarem entre elas a seu respeito: "ela morreeu!!!"
Jiiisuis....eu tinha me esquecido o quão difíceis são os primeiros dias.
Da velha infância, bem me lembro das noites que antecediam os primeiros dias de aula, porque jamais consegui dormir normalmente; quando não passava a noite em claro, ficava naquele estado de sono superficial e levíssimo, quase pensando alto. E acordava acabada, naturalmente. E ia para a aula com os olhos inchados e ardidos.
Desde que a labuta começou, não me lembro de ter tido grandes problemas com primeiros dias de trabalho, já que não tinha férias. Era uma jornada assim quase que ininterrupta, já que o máximo que se conseguia eram 7 dias de folga entre o natal e o ano novo, o que funcionava bem como um feriadão prolongado e não costumava gerar ansiedades na volta.
Mas, de 3 anos para cá, passei a desfrutar desta maravilha sem igual que são as férias e, via de conseqüência, do horror que é a volta depois. E como é péssimo não? Jisuiiis, essa coisa de começar a rememorar na madrugada tudo o que ficou por fazer e o que deve haver de novo para ser feito e de ficar na espera do despertador tocar, achando sempre que falta pouco, pra depois descobrir que falta muito, mas que esse muito passa rápido e tenso, já que vc passará preocupada com a hora de acordar, desperdiçando valiosas horas de sono.
E uma vez acordada, a sua feição preguiçosa e amassada não ajuda muito o início do seu dia. E o seu bronzeado raro e orgulhoso não faz muito sentido dentro dos escritórios e fóruns da vida.
Mãs, como sou uma pessoa positiva (!!!), cá estou sobrevivendo ao primeiro dia de trabalho pós-fim de férias. Certo que apenas sobrevivo aguardando a hora do almoço, quando então começam (ou continuam) as fofocas todas e a euforia rolando solta pra saber o que aconteceu no mundo de cada um na minha ausência. A melhor parte. E neste sentido, as coisas não mudaram muito desde os tempos do colégio.
Ouquei. O abandono total do blog, mais uma vez, coitado.
E eu, como única representante ainda na capitar, cá assumo toooda a responsabilidade por este tão solitário esquecimento.
E nem os votos natalinos foram feitos, muito menos ainda os de ano nouvo. Não fosse o post salvador de Merilu sobre as festas, tudo ficaria no vácuo, o que é feio, muito feio, eu sei.
Estou aqui em casa, sabe, no meu período recorde de férias, de trêêêês longas semanas, sendo que já me encontro no início da segunda. Muito talvez uma rápida visita à praia de amanhã até o final de semana, e olhe lá, já que sogrita e mãe de sogrita estão aqui de visita. Tudo muito rimativo. E chove nessa terra.
Merilu nestas horas deve estar se esbaldando nas areias escaldantes de Guaratuba - para onde, com muita sorte, rumarei amanhã ou depois - e Ferdi Maria, até onde se sabe, fugiu pra casa de mamã, e por lá ficará até o dia 7.
Entonces, mais um dos vários períodos de hiato está prestes a ser iniciado - se é que esta breve interrupção conta - cá neste nosso pobre blog, mas não sem antes deixar aqui registrado todos os desejos esperançosos de ano novo, a todos irrestritamente, de cada vez melhores dias e experiências, lucidez e clareza de pensamentos e ações, e a tão almejada paz em todos os dias desta longa estrada da vida. Já disse que a todos irrestritamente? Então.
Não fiquem aflitos que logo voltaremos, de preferência com o fôlego retomado e animação total. E irrestrita, que, se não notaram, é a palavra da vez.
E não seria a hora de iniciar os trabalhos e falar do natal e do fim do ano e de como a gente espera ardentemente que o novo ano seja de felicidades e prosperidades mis?
Pois então. Há todo um medo de que o blogger nunca mais volte ao normal, que nunca mais nos devolva os comentários e que, pior de tudo, o cúmulo, a suprema desgraça, que ele nunca mais nos devolva os arquivos!!! Sim. Os arquivos, por alguma razão desconhecida, pararam na metade do mês de outubro, e alguém, nalgum lugar, deu cabo de tooodo o resto. Aí que, pelas minhas contas, mais 3 posts e começaremos a perder o patrimônio sensível de nossas vidas. E não estou preparada para me desfazer do passado, como já disse Kerol, mui sabiamente, quanto menos de um passado tão recente.
Então, 3 posts.
E as minhas férias, amadas e adoradas, que começam logo mais e aííí só 2007, que terá, tenho certeza, todo um calor especial digno dos anos de fuego. Conforme informações seguras de fonte fidedigna, 2007 será um ano FOGO YIN, o que 'a nível' mundial significa um ano marcado por conflitos e, em 18 de fevereiro começa o Ano do Porco ou Javali.
Atenção para as dicas:
As roupas para 31 de dezembro devem ter VERMELHO (tons que vão do rosa ao púrpura, passando pelo laranja, coral, vinho) ou AMARELO (do claro até o dourado) Preferindo seguir a tradição do BRANCO, use acessórios num daqueles tons, ou seja, branco com dourado ou branco com vermelho.
Motivo dessas cores: 2007 será um ano regido pelos elementos FOGO e ÁGUA, cumprindo o Ciclo Destrutivo das Cores, ou seja, a ÁGUA apagando o FOGO, elemento que rege o Sucesso. Daí que o reconhecimento pessoal, social e profissional exigirá muito mais esforço no próximo ano. Então, o FOGO precisa ser reforçado a partir da noite de 31, e vermelho e amarelo são as cores do elemento FOGO.
Hmm... Sou ÁGUA. E ao invés de evaporar, a ÁGUA apagará o FOGO. Que super!
E os comentários do blogger foram-se todos all together now para as cucuias.
Muito ativas que somos, decidimos que o melhor remédio era apenas esperar pela sua boa vontade em voltar a funcionar, mas eis que as semanas passam e nada da coisa mudar. Um tanto rimante tudo isso aqui, mãs.
Daí que cá estão os "novos comments", sendo este o nome obrigatório devido ao fato da palavra 'comments' não sair dali de jeito nenhum, sendo este, por sua vez, um jeitinho muito mais ou menos que foi dado pra personalizar mais a coisa.
Mãs, o importante é que a nossa interatividade tão estimada está de volta. Então não se acanhe, ó multidão agoniada, e expressem seus sentimentos no link da direita, ao lado do falecido "Mas hein?", que lá se encontra só para o caso de eventualmente vir a ressuscitar. Milagres natalinos, nunca se sabe.
Não se sabe se são os hormônios, mas, ainda que fossem, não gosto nem acho muito plausível colocar a culpa toda neles sempre, que a pessoa deve ter meios de sair dos buracos e vazios existenciais que aparecem ao longo do mês sem precisar mencionar o ciclo menstrual e a química toda. Creio mais nos fatores externos, apesar de reconhecer que às vezes são os mesmos e que, o que acaba fazendo a diferença é o indefectível estado de espírito; o que está lá, do lado de dentro.
Ocorre que a pessoa sofre. Sofre miseravelmente por tudo e todos. Daí, não é preciso basicamente nada né, mas um tom de voz (mais) elevado, uma cobrança extra no dia, um imprevisto, uma surpresa não tão agradável, um sonho ruim iniciando a semana, a bendita pontualidade, que não é uma qualidade sua, o filme aquele aguardado por meses, que finalmente é visto e que acaba aflorando todo um horror e asco pela humanidade, os flertes não-autorizados nem tão pouco desejados, a idiotice dos homens, a falta de amor próprio das mulheres, tornam tudo ainda mais denso e difícil. Como se pode ver, o próprio buraco negro da existência.
Não seria a coisa natalina e a tal melancolia azul, tão bem definida pelo Marco querido? Chamar de "melancolia azul" dá um charme enorme pra qualquer tristeza, mas acho que não é o caso, que não fui tomada pelo espírito dezembrino 'ainda'.
Não seria a ansiedade disfarçada diante da proximidade do momento mais aguardado do ano? As férias. O verão. A distância do mundo, assim como ele é nos outros onze meses do ano.
Não seria o fato de que o mundo dá voltas, as pessoas vão embora e algumas coisas jamais mudam?
Sei que a coisa se prolonga no tempo, o que me faz concluir que os hormônios não só estão atuando descompensadamente como se aliaram a alguma outra força oculta e nefasta. Ou à várias outras, se considerarmos que ontem por ex., enquanto esperava Ferdi Maria para o almoço, pude acompanhar o movimento do prostíbulo disfarçado de hotel moquifo que fica ao lado do nosso restaurante (este de família, bem entendido, sem culpa da vizinhança heterodoxa) e vi entrarem três casais das figuras mais bizarras e tristes que já vi em vida. Na hora do almoço. Aí é realmente a gota derradeira pra pessoa né. Quase caí em pranto e pedi por amor pra mulher não ir adiante, que eu pagava o equivalente pra ela simplesmente se abster. Como se ...
Daí hoje, no trabalho, estou escrevendo (e também tentando pensar) no revezamento entre a britadeira e o martelo - sendo que permaneço aguardando a vez do martelo, o meu amigo mais querido -, já que resolveram cavar um buraco na rampa do estacionamento que por acaso passa embaixo da minha janela.
...
Ouquei, ouquei.
Não direi mais nada. Calar-me-ei, até que tudo se acabe enfim.
Um boi apareceu, ainda não se sabe como, no Centro Histórico de Curitiba na noite de segunda-feira. O animal só se acalmou depois que entrou em um bar, feriu um homem e amassou um carro.
Policiais da Guarda Municipal isolaram a área onde o boi estava em frente a Igreja da Ordem. Funcionários da prefeitura foram chamados e conseguiram amarrar o animal. O boi foi levado para um abrigo de animais e deve ficar por 10 dias aguardando adoção.
No Largo da Ordem também está exposta uma das vaquinhas do projeto Cow Parede, mas ao que se saiba, não rolou nenhuma atração entre os dois.
Enquanto isso, fiquem aí com a nossa listinha, criativa no úrtimo. Mais uma vez inspirado e/ou lembrado pelo amigo Lesper. Na cara dura, assim.
a palavra resbalar existe?
alguem tem mensagem exito para mae recen chegada
"pessoas curitibanas"
cantadas para mulheres feias
sapos feitos de crochê
COMO VER O DEPOIMENTO QUE DEIXARAM PRA MIN NO ORKUT
unha esfarelando
frases da hora para que perdeu um grande amor
frases de amor ver como se escreve em polones
BLUSA QUE TENHA DESENHOS DE SAPOS
desconfiança, falta de amor e de atenção - casal
www.como vai vc .com.br
vote chimbica
como se desenha o garfield
sobre a vida da dupla Luan e Vanessa anos 80
a importância de lavar as mãos aos sair do banheiro
simpatias para parar de fazer xixi na cama
SIMPATIAS PARA MARIDO NÃO FICAR COM OUTRA MULHER
vinho para clarividencia
"atender o telefone sorrindo"
pegar comunidades sem dono
fotos de brunoemarrone
pedir folga word
frases de amor em latim
super scraps
papel de parede do dunga dos sete anões
simpatia para não chover no dia de uma festa
agora que já viu minhas fotos, deixa um scrap né
joana prado é evangélica?
frases sobre celulares e bonés dentro de igrejas
estrela solta no céu da boca Fábio Junior
etmologia da palavra indulgencia
poesia que fale sobre geleira
Velho babão
o que significa a palavra mariana
uma frase para poder botar no orkut no lugar do nome frase romantica
girias usadas por jovens de hoje e que eram usadas no tempo dos avos
existem quantas pessoas com o nome de mariana
O pior tipo de pessoa é aquela que diz uma coisa, fal outra e faz outra. ètica
discursos gratuitos para formatura
qual a altura da atriz bruna lombardi
simpatias que chama boa sorte
Como fazer a multiplicação de dinheiro com espelhos?
www.como fazer bolo sem massa
Final de ano, pessoas. Estaria eu mentindo se disse que alguma coisa mudou - na correria, entendam - desde todos estes anos de existência virtual.
Então, para os poucos, mas valiousos, que seguem este humilde blog, não desanimem. Muito em breve voltaremos à nossa programação mais ou menos normal, levemente prejudicada por esta avalanche de prazos e soluções para ontem que sempre, invariavelmente e forévis, aparecem a partir do final de novembro.
Te contar viu.
Queria eu mudar de discurso qualquer ano desses. De preferência narrando nossas aventuras em alguma ilha paradisíaca perdida no Pacífico. Mas ta difícil.
Õõõmmn...
Ferdi Maria já havia comentado do blog do Marcelo Camelo, que é escrito à mão, por isso mesmo maior parte dele ilegível, mas custa o esforço de ler tropeçando nas letras, que os textos são lindos e gratificantes.
Eleições do órgão representativo da crasse aqui. Uma fauna.
Será que me processariam por isso? Acho que não né. Aliás, nem teriam motivo, que bem a fauna pode ser formada por animais racionais, ou quase isso.
Sei que é um grupo do qual eu mesma me sinto muito pouco afim, muito embora não tenha eu aprendido qualquer outro ofício nesta vida senão o Direito. Minto, teve a época das aulas particulares de inglês. Lendo os pensamentos de Ferdi Maria, "salvem a professorinha". Mas mesmo assim, estou tão enferrujada que não posso considerar isso como um ofício propriamente. E tem o ponto-cruz também. Que no dia em que alguém descobrir como ganhar um dinheirinho razoável com isso, sou a primeira a subir no barco mundo afora.
Apesar de ter encontrado um bom número de pessoas conhecidas, que felizmente - e pelo menos aparentemente - continuam ali meio que do mesmo jeito, a salvo desses jargões da profissão, ainda assim o que impera é a politicagem, essa peste. Rostos artificialmente sorridentes a cada um que se aproxima, ou cada um que tenha tido o mínimo de contato pelos corredores da vida e que muito de relance se lembre - ou faça que lembrou -, fazendo propaganda própria e da respectiva chapa candidata. Até da chapa, dado o contexto todo propício, eu não acho nada de mais, é até natural em dia de eleições. Mas é a propaganda própria que mata. De 'olhe como eu sou tão bem sucedido'. Eu devo ser o terror desse pessoal, tamanho o desinteresse e a falta de paciência. Ou então devo ser a glória deles, caso encarem este desinteresse como dor de cotovelo, o que é bem possível.
Para completar, minhas comparsas me deixaram na mão, e os meus planos de abraçar o jacaré e ficar pelo Parque Barigüí (onde foi a votação, diga-se) tomando cervejinha na beira do lago o resto da tarde, foram-se todos por água abaixo. E olhe que o dia está deveras convidativo. Mãs.
E Carmencita partiu, minha gente. Para Florianópolis e para sempre.
Carmencita me faz pensar que estou em algum país como Cuba onde pessoas de nível cultural elevado exercem profissões consideradas de menor qualificação ou não-intelectuais, ou sei lá que outra palavra melhor definiria o que pretendo dizer.
É minha manicure, mas tem 3º grau completo, formada em Educação Artística. É articulada, com um vocabulário cuidado e desenvolto, um pensamento jovem e coerente e todo um sistema de vida inteligente e organizado. Uma raridade.
A gente conversava sobre política, música, viagens, eventos culturais, educação de filhos (que não tenho, mas acompanhava bem, sabem) e trivialidades mil também, como não poderia deixar de ser. Carmencita me mandava mensagens no celular de felicitação de natal e de ano novo, além de nunca esquecer do meu aniversário, inclusive do último, quando já estava em Floripa.
Tem uma filha chamada Virgínia, que foi o nome que por um tempo desejei que fosse o da minha futura e sonhada rebenta, retirado de uma personagem da Lygia de um dos meus livros preferidos.
Jamais em todaminhavida que conhecerei outra Carmem.
Na falta dela, fui fazer as unhas com uma manicure da listinha que ela havia me deixado, em sua substituição. Quanta desolação em estar de novo no lugar-comum. A pessoa manicure lá faz bem a parte das unhas, mas assim no meio de um assunto, quando eu perguntei se eram elas quem faziam o próprio horário, escuto: "sim, a gente mesmo, ...autônima, né? A gente é autônima".
De uma tremenda sacanagem a pessoa ter que postar qualquer texto depois da história do Seu Eusébio, já que, convenhamos, não é mesmo, o fato é incomparável, insuperável e surreal, acima de tudo, como só a vida real pode ser. Mas aproveito que acabo de revelar umas fotos de filme fotográfico, porque sim, eu moro no passado, lá onde vivem os filmes fotográficos e toda a surpresa que eles nos reservam no momento crucial de sua revelação, pra rememorar este post que é de 01 de dezembro de 2004. Toda a especialidade dele está justamente nessa mesma repetida sensação sofrida pela pessoa ao ver o resultado da sua própria imagem paralisada em algum momento anterior.
Fotos.
Podem ser uma grata surpresa assim como o prenúncio da depressão. Repare o longo caminho que se percorre de uma coisa para a outra. Poucas coisas na vida tem tamanha elasticidade.
Cada um deve ter devidamente escondido no "álbum da sua vida" aquela foto que nenhum outro ser humano vai ter autorização pra conhecer. E é incrível como o rosto da gente dependendo da maneira como ficou paralisado pode adquirir formas e mais formas que passeiam do inverídico ao inumano.
Eu mesma coleciono algumas. Em uma sou o próprio Alf, o ETeimoso, com direito ao mesmíssimo topete, criado assim pelo vento da hora, acreditem! Em outra, a Zé Pretinha ou a mulher do Zé Pretinho que, se não existia, nasceu naquele momento pelas mãos do fotógrafo desastrado. Ééééé, pode não parecer tão estranho, a princípio, não fosse o fato de eu ser do grupo dos "sem melanina", como apelidou o Thi.
Em outra, que inclusive foi publicada pela Ferdinanda Maria, essa bandida, eu pareço a Vovó Naná!! Assim, com o queixo pra cima, o que deu a impressão de eu não ter dentes e resumiu as formas do meu rosto numa única forma arredondada, parecendo um globo. E não estou só! Logo ali do meu lado, eis um exemplar tupiniquim do "latin lover", mas beeem tupiniquim. Palavras do próprio, viu, nem sou só eu com todo o meu senso crítico estético aguçado. Mas, ainda assim, antes um latin lover do que a Vovó Naná!!!
Mas nada pior do que ter uma dessas famigeradas fotos suas na máquina de outra pessoa. Imaginar que essas belezuras podem estar por aí, caminhando contra o vento, sem lenço sem documento...Medo.
Aliás, o que também acontece comigo, vez que dia desses, depois de longos anos, o Thi me diz que ele tem uma foto minha de lááá de um tempo distante, num churrasco da faculdade, que se eu visse eu me jogava da ponte! E ele disse isso, repetindo inúmeras vezes: "nossa senhora, Mari, noooossa, se você visse!!!"
É de uma delicadeza ímpar ele.
Acrescento ao ETeimoso, à Zé Pretinha e à Vovó Nana, formas até então doces, a mais nova e última forma encarnada por mim em uma foto que é a do Alice Cooper, que tomou meu corpo no exato momento de eu cortar o bolo de aniversário e que, para minha desgraça total, foi devidamente registrada.
Quando eu digo que a coisa pode levar à depressão....
Acolhendo assim tão providencialmente a sugestão do querido amigo Lesper, eis que cá escolho um post que muito me agradou durante toda esta longa estrada da vida do blog. Nem tanto pela escrita nem nada, mas pela situação descrita. E volto a afirmar, one more time, que é verdade o ocorrido.
O original foi postado em 5 de julho de 2004, e nem eu lembrava que fazia tanto tempo, o que me rendeu horas e mais horas de procuras pelos arquivos afora. Exagerada que só.
Vamos lá, boa sorte.
Como a falta de assunto é grande, vamos contar causos. Verídicos, por mais incrível que possa parecer.
Daí estava lá o amigo de uma prima minha, que chamaremos de Eusébio.
Eusébio tinha um cachorro grande, cuja raça não me lembro agora. Mas também não vem ao caso, o importante é que ele era (ou é) grande e bagunceiro.
Eles - Eusébio e seu cachorro - moravam ao lado de uma outra casa, de uma senhoura de idade, que tinha como bicho de estimação tão adorado, um coelho. As casas eram com os seus muros grudados, bem do ladinho mesmo, sem nada no meio.
Eis que um dia, Eusébio chega em casa e vê o seu cachorro mordendo alguma coisa, e balançando a cabeça, como que 'destroçando' a tal coisa. Chegando mais perto, Eusébio tenta identificar o que seria aquilo que estava na boca de seu fiel cão, quando leva o maior susto da paróquia: era o coelho da velhinha sua vizinha!
'E agora!?', pensou Eusébio, 'a mulher me mata se souber que o meu cachorro matou o seu tão estimado coelho, sem contar que é uma senhora de idade, e arrisca ter um treco quando ouvir a notícia'.
Eusébio então pensou, pensou, pensou e teve a mais brilhante idéia de todos os tempos.
Entrou na sua casa, deu um banho no falecido coelho - que estava todo cheio de terra, tamanho o estrago que o cachorro tinha feito -, limpou tudo até deixar bem branquinho. Ainda pegou o secador e deixou seu pêlo mais bonito do que tinha quando estava vivo, o coitado.
Assim, pulou o muro e deixou o coelho morto na sua casinha, sendo que desta maneira a senhoura iria encontrá-lo no outro dia, já morto, como se tivesse sido por causas naturais, e o seu trauma seria certamente menor.
No dia seguinte, como já era de se esperar, ouviu-se uma gritaria sem fim na casa de sua vizinha, choros e desespero, chamando a atenção de todos. Eusébio, muito prestativo, foi até lá oferecer seus préstimos, já preparado para confortar a velhinha pela recém descoberta morte de seu bichinho.
Perguntou o que tinha acontecido, ao que a senhora, mui transtornada, explicou aos prantos:
- Meu Deus, eu não sei o que aconteceu! Meu coelho morreu ontem, nós até o enterramos no jardim e tudo, e hoje cedo ele apareceu de volta, limpinho e duro, dentro de sua casinha!
É pessoas, é verdade. Por mais piada que pareça ser, é a mais pura verdade. Acreditem. E claro que tinha que ser amigo da família. Claro.
Esse roxo ofusca as vistas da pessoa naturalmente, mas o contraste com o fundo branquinho clean deixou tudo ainda mais reluzente, não? No entanto, durou pouco o templateteen. Mais do que rápido Kerol tornou-se entendida em html's e assemelhados, fundamentais para a nossa sobrevivência no mundo bloguístico. Tanto que andou confeccionando templates por encomenda, vide o Homenagem ao Malandro, que não me deixa mentir e comprova bem o aperfeiçoamento de Kerol na arte da cousa.
Embora tenha surgido como mais uma distração para uma turma de mulheres cheia de "causos" pra contar, surpreendentemente, o blog foi tomando forma própria e muitas vezes serviu de elo entre amigas que perderam o contato diário, que foram morar longe, que já não trabalham mais juntas, que foram atropeladas pela vida caótica, pela falta de tempo e pelas contingências todas que acabam levando cada um a seguir o seu rumo, impensado até então.
Protegidas pelo "desconhecido" - tanto o desconhecido mundo dos blogs em geral, quanto o desconhecido mundo do nosso próprio blog, já que até a existência dele foi curiosa e naturalmente mantida em segredo por longo tempo, e ainda hoje com grandes cuidados, sem qualquer combinação prévia entre nós, - estávamos muito à vontade no espaço virtual, fazendo dele um messenger público, com direito a expor as aventuras e desventuras, a praguejar contra os chefes, a rir de si mesmas e a reclamar da falta de sorte e descasos típicos da vida bandida. Uma válvula de escape e tanto e que, de quebra, ajudava a melhorar substancialmente o humor.
Para mim foi e é, além de tudo, uma forma de aguçar a percepção e de disciplinar a vontade, como escreveu uma vez a Lys querida, a fim de fazer algo prazeroso e contínuo, pelo simples gosto da continuidade e do resultado a perder de vista.
Mãs, independentemente do significado que acabou tendo para cada uma, o blog faz quatro aninhos sem se desvirtuar da razão pela qual foi criado, que é a de ser um lugar das meninas, ainda que das apenas três remanescentes heroínas da resistência! Opa, esse inclusive dava um bom nome de blog repaginado, não dava?
Há exatamente quatro anos atrás, nós, as três remanescentes integrantes deste belo recinto, eis que iniciamos nossa aventura pelo universo até então desconhecido e inóspito da blogosfera. Sendo que se existisse palavra mais acentuada que 'desconhecido', por certo seria a utilizada para ilustrar este momento de nossa virtual existência.
Tudo começou quando, não mais que de repente, Ferdi Maria - sabe-se lá de onde ou por que cargas d¿água - tomou conhecimento da existência destas entidades denominadas como 'blogs' e resolveu enviar convites às suas amigas e comparsas para que fizessem parte de um deles, tão singelamente denominado de "Historinhas".
Mariana diz:
kerol de deus, e hoje é o dia do aniversário do nosso blog kerol Mariana diz:
7 de novembro Mariana diz:
primeiros posts Carolina diz:
aveeeeeeeeee
Carolina diz:
nossa senhora, e a gente nao fez nada
Mariana diz:
putz grila, tinha que inventar alguma coisa hoje ainda, só pra não passar em branco Mariana diz:
um post comemorativo ao menos Mariana diz:
por acaso dá pra colar aqueles nossos primeiros posts kerol? Mariana diz:
em rosa e roxo? Mariana diz:
hahahahaha Mariana diz:
tem eu escrevendo "teste" Mariana diz:
fernanda falando: "deu certo! venha farolina!" Carolina diz:
hahahahaha
Carolina diz:
que beleza
Mariana diz:
que fofas éramos nós não Mariana diz:
"Oi meninas!!!! Agora temos um lugarzinho pra contar uns "causos"...." Carolina diz:
hahahaha
Carolina diz:
até demais mary
Mariana diz:
e a anna paula: "olá, gostaria de ler historinhas sobre o feriado" Mariana diz:
fazendo pedidos Mariana diz:
cheia de querer Carolina diz:
ai jisuis
Carolina diz:
putz, vou ter que ver como é que eu vou conseguir fazer isso aqui, que o nosso blog antigo nao era nada discreto
Mariana diz:
mas é legal pôr a cor justamente pra ressaltar nosso desenvolvimento kerol Mariana diz:
o salto de crescimento pessoal que demos Mariana diz:
hahahahahahaha Carolina diz:
hahahahaha
Carolina diz:
ai ai, praticamente até a luuuua
Carolina diz:
não, a começar pelo próprio nome "Historinhas"
Carolina diz:
hahahahahaha
Mariana diz:
hahahahahaha Carolina diz:
é muita vergonha alheia de nós mesmas
Mariana diz:
Historinhas... Mariana diz:
realmente Mariana diz:
a gente fazia do blog praticamente mais um messenger Carolina diz:
sim, totalmente
Mariana diz:
"Historinhas ...sobre a galera" Mariana diz:
uhu Mariana diz:
sem falar que ficamos lá com nome e sobrenome completos Mariana diz:
nossa vida devassada Carolina diz:
sim!!
Carolina diz:
hahahahaha
Carolina diz:
ai ai gente
Carolina diz:
não, um fiasco completo
Mariana diz:
éééééé Carolina diz:
santintonho, e num único dia, o de estréia, quaaaatro posts
Carolina diz:
hahahahaha
Carolina diz:
eu mesma só fui escrever no dia seguinte à inauguração do blog
"Escrever" no caso, bem entre aspas.
Primeiro que nós não tínhamos a mais vaga idéia do que se tratava, tanto que, como muito bem salientou Merilú, era mais um messenger público do que qualquer outra coisa.
A prova do início do blog aí está, com a triunfante estréia de Merilú, brava guerreira, e seu mui significativo post de uma só palavra, por pouco não monossilábica. E as outras que se seguiram não foram lá muito diferentes, estando eu incluída nesta leva de palavras ao vento. Te contar, visse.
Links, contadores, estatísticas e entre outros foram todos descobertas bem mais tardias, a long long time depois, que se nem noção sobre o que viria a ser um blog a gente tinha, quem dirá essas outras parafernálias tão super mudiernas e high tech.
Mãs, o facto é que neste dia tão especial, este seu, este meu, este nooosso amado blog completa quatro aninhos de existência, para alegria ou não geral da nação. E é impressionante o que quatro anos fazem com as pessoas. Sorte nossa, diga-se. Que se tudo continuasse róseo, escancarado e com o 'conteúdo' de outrora, algum problema havia. Com a gente, no caso.
Tudo isso sem querer soar pretensiosamente maduro de uma hora para outra, que outros quatro anos hão de vir para nos desmentir, que eu sei.
O pobre do blog bem que merecia uma repaginada de presente, mas suas ainda mais pobres donas andam por demais atarefadas com cousas da vida real, que a virtual vai ficando estática. Mas nada que até o fim do ano, com muita sorte, não seja mudado. Fé, muita fé.
Parabéns pra nós. E para ele, o blog, que depois de tanto sofrer na mão de incautas postadoras e ainda sobreviver, ele merece.
"Os adolescentes da minha geração, ávidos pela vida, esqueceram de corpo e alma as ilusões do porvir, até que a realidade ensinou a eles que o futuro não era do jeito que sonhavam e descobriram a nostalgia."
(Márquez. Gabriel García. Memória de minhas putas tristes)
Apesar de que meus sentidos andam bastante comprometidos por algum desequilíbrio hormonal e/ou comoção com o mundo mesmo.
Ontem foi um dia do cão, quando tudo não acontece e, sendo muito persistente e otimista, vc ainda tenta a sorte sem querer desistir antes de atravessar o último minuto de possibilidade. Perceba que falo de prazos processuais. Último dia de um prazo processual. Fatal. Derradeiro. Prazo que só podia ser protocolado em alguma cidade catarinense e que, por fim, veio a se tornar unicamente possível de ser protocolado em Camboriú. Daí que fui, às pressas, feito uma descompensada, pra chegar lá necessariamente até às 19.
E... incrivelmente... deu!!
Sei que a gente vai relaxando os músculos da cervical de maneira que já nem parece mais ter as costas de Mike Tyson e, de repente, volta a sentir sensações de fome, sede e frio, coisa que havia desaparecido no calor da tensão.
Eram sete da noite e eu tinha cumprido com honras o dever. Flanava no ar, praticamente. Aí resolvi andar pela praia até chegar num restaurantezinho beira-mar e jantar tranqüila e relaxada sentindo a brisa. Já não bastasse a nostalgia - que agora dei pra isso -, já que o restaurante é velho conhecido de todas nós, dos áureos tempos de juventude e descompromisso, eu ainda estava sozinha, o que dificulta distrair o pensamento, e, no fundo, tocava bolero. Bolero!! Tive ímpetos de choro quando ouvi "Sabor a Mí" e engoli um nó inteiro quando tocou "La Guantanamera".
Que tanto amor! Fiquei tão excitada que ao invés de curtir o momento, comecei a mandar mensagens por celular pra compartilhar a emoção. Feito o turista que não vive a viagem preocupado em tirar fotos.
De qualquer maneira, embora tenham me faltado olhos pra fixar tudo ao mesmo tempo e agora, a sensação permanece intacta, sobretudo quando olho o céu instável de Curitiba pela janela da minha sala, ouvindo o barulho do trânsito e agradecendo que seja só o trânsito e não o trânsito aliado a todas as músicas-tema de campanha política.
Ineditamente, existem coisas pelas quais o transporte coletivo vale a pena:
- Um cobrador que lê Madame Bovary, com direito a livro de capa dura vermelha;
- Música ambiente para a viagem, começando com uma versão de My Way, do nosso amigo Frank, no piano. E, neste momento, os passageiros olham uns para os outros e espicham o ouvido pra saber da onde vem a música, tendo por certo de que se trata de algum menino com rádio no ombro tirando um sarro dos demais. Mas não, era do ambiente mesmo, diretamente da caixinha de som, yeah!
Sendo que ambos os fatos aconteceram em dias diferentes.
E não, eu não estava sonolenta nem de ressaca ou qualquer outro estado comprometedor dos sentidos e percepção do ambiente.
Virgem Para os virginianos que adoram ordem no meio da desordem, pequenos rituais individuais são substitutos mais eficientes para os rituais coletivos, que tendem a ser niveladores e dogmáticos. Identifique os pequenos rituais que você já cultiva e não pense duas vezes antes de criar novos. Experimente, por exemplo, passar alguns minutos por dia estourando as bolhinhas de um plástico-bolha - mas nunca, jamais, em dia de Lua Nova e na companhia de um sagitariano: as conseqüências podem ser nefastas. Depois de exercitar seus pequenos rituais pessoais, o simples ato de sair para a rua e pegar um ônibus, ou entrar em um shopping, proporcionará aquela fisgada de uma experiência coletiva e sagrada.
Libra Olhe para o céu: Vênus está quase apagada. Seu magnetismo está comprometido. Esqueça os rins e as dores na lombar, pois a carência será a grande doença do futuro próximo. Ideais amorosos nunca foram tão traiçoeiros quanto nesses próximos dias. Alivie os sintomas com colo, abraços longos, aconchego. Logo você estará mais preocupado em encontrar a pessoa certa do que em ser a pessoa certa, o que será um passo final para que você se torne um autômato, um pobre coitado solitário, ainda que, como sempre, sejam mantidas as aparências.
Escorpião Pra você, sexo é quantidade, intensidade, desempenho, sujeira e degradação. Para o seu parceiro é carinho, respeito, fruto ocasional de uma configuração muito especial de fatores emocionais. Você quer a mão inteira, mas só consegue agradar ao outro com a ponta dos dedos. É hora de tomar uma atitude. Chame uns amigos e alugue uns dvds.
A gente sabe que é chegada a hora de finalmente marcar uma consulta com o cardiologista, quando vai doar sangue, e não aceitam porque o seu colesterol é alto e o sangue "sai muito gorduroso", e não se aproveita. Não se aproveita, veja bem a gravidade da coisa. Tudo bem que a pessoa lá estava com toda a má vontade do mundo, mas acho eu que não desprezaria um sanguim bão, se fosse o caso.
Pode isso?
Obesa em todos os sentidos, vou te contar. From the inside to the outside.
Bem feito, cooome pizza todas as semanas, cooome massa mergulhada em molho, toooma refrigerante e cerveja.
Aquela coisa, quando prejudica só a gente, ainda vá lá. Irresponsabilidade sem maiores conseqüências externas. Mas imagina numa urgência da vida, ter o sangue assim, tão imprestável para a medicina e para as pessoas necessitadas em geral? Reflita.
Mas, pelo menos eu sei que não tenho anemia. Que a mocinha cavala que faz o furo no dedo da gente pra ver, depois de cravar a agulhinha fundo no meu pai-de-todos esquerdo, disse que estava tudo sob controle.
Veja, a pessoa não escreve aqui há duas décadas e meia, e quando vem, é pra reclamar. Coisa de gordo, minha gente, coisa de gordo. Prometo que da próxima vez eu me comporto bonitinho.
ter o coração acelerado com uma correspondência em cujo envelope se lê em destaque: MARIANA, HÁ MUITO TEMPO VOCÊ CHAMA A NOSSA ATENÇÃO...pra só depois se tocar de que é o banco tentando vender cartões de crédito.